Marketing de performance · Portugal
Um plano por fases, não um mês de cada vez.
A AI&Media é uma empresa portuguesa de marketing de performance. Gerimos tráfego pago no Meta e no Google medido até ao contacto fechado, montamos o quadro onde esses contactos não se perdem, e formamos a equipa que vai usar tudo isto. Sabe o que vamos fazer no mês um, no mês três e no mês seis, antes de assinar.
Três coisas que provavelmente estão partidas
Já mudou de agência e voltou a começar do zero.
Cada troca apaga o histórico das campanhas, o que já se tinha aprendido sobre quem compra, e o contexto. Ao quarto mês está outra vez no início, a pagar para a plataforma reaprender o que já sabia.
Entram contactos e perdem-se pelo caminho.
Chegam pelo WhatsApp, pelo email, pelas mensagens do Instagram e pelo telefone. Ninguém consegue dizer quantos ficaram sem resposta na semana passada, nem porquê.
Comprou uma ferramenta e a equipa não a usa.
O sistema está pago e o trabalho continua a passar por folhas de cálculo e mensagens soltas. Quem o escolheu não é quem o tem de usar todos os dias.
O bow tie: o percurso não acaba na assinatura
A maioria desenha só metade deste percurso, a que termina quando o contrato é assinado. Metade do valor de um cliente está do outro lado, e é por isso que a relação com a agência costuma morrer ao quarto mês.
Aquisição · o lado que enche
Atrair
Anúncios, indicação, prospecção e orgânico. Quatro portas, não uma.
Engajar
Qualificar contra critérios escritos, incluindo o investimento mínimo.
Diagnosticar
Trinta minutos a olhar para as três zonas: atracção, conversão, entrega.
Propor
Um caminho só, com fases e datas. Nunca três opções para escolher à sorte.
Metade do trabalho começa aqui.
Retenção · o lado que sustenta
Arrancar
Do dia zero ao trinta. É onde tudo acontece e onde se ganha ou perde o ano.
Entregar
Ritmo mensal, com reunião de números. O relatório não substitui a conversa.
Renovar
Ao mês seis, marcado logo no arranque. Renovação ao acaso é saída por inércia.
Expandir
Só depois de o primeiro trabalho estar a funcionar. Nunca antes.
Vender a quem não qualifica enche o lado direito de trabalho que nunca vai renovar.
Um cliente que fica ao sétimo mês custa a captar uma vez e paga todos os meses.
Quando não renova, fica o motivo real por escrito e a porta aberta. Sem drama.
A postura, em três tempos
Guiar antes de executar
Primeiro percebe-se onde o dinheiro está a sair sem voltar. Só depois se liga uma campanha. Ligar primeiro é o que faz gastar três meses a descobrir o óbvio.
Educar antes de implementar
A equipa que vai usar a ferramenta aprende a usá-la antes de ela chegar. A IA acrescenta capacidade a quem já faz o trabalho, e por isso tem de ser essa pessoa a aprender.
Estruturar antes de escalar
Dobrar o investimento num processo que não aguenta o volume actual só dobra o desperdício. Primeiro o processo aguenta, depois sobe o investimento.
O que fazemos. Três coisas, não uma lista
Investe em anúncios e não sabe quais trazem contactos fechados.
Fica a funcionar: campanhas no Meta e no Google medidas até ao contacto fechado, e um quadro onde nenhum contacto se perde.
A equipa ouve falar de IA e não sabe onde aplicar no trabalho dela.
Fica a funcionar: quatro horas por área, com segurança de dados incluída, e tarefas a correr no dia seguinte. Não é uma apresentação.
O trabalho repetido come o dia de quem devia estar a decidir.
Fica a funcionar: o processo desenhado, montado no ClickUp e adoptado por quem o executa. Sem adopção não montamos.
O que recebe, todos os meses
Mostrar o entregável vale mais do que o descrever. São capturas do que sai mesmo, com os nomes tapados.
O que recusamos
Recusar é parte do trabalho, e é o que torna o resto credível. Se se reconhece em alguma destas linhas, poupamos os dois uma reunião.
- Quem investe menos de 500 euros por mês em anúncios.Não há volume para as campanhas aprenderem. Nesse caso fica melhor servido com um diagnóstico avulso.
- Quem não responde aos contactos em menos de 24 horas.É encher um balde furado, e a culpa acaba por cair em quem gere as campanhas.
- Quem mede por número de publicações.Se o critério é a quantidade de posts, não somos a escolha certa.
- Quem quer um sistema montado sem ninguém responsável pela adopção.Sem alguém do lado de dentro, o sistema não assenta e o dinheiro perde-se.
- Quem compra por vaidade ou por receio de ficar atrás.Dura dois meses e acaba mal para ambos.
- Quem tem conflito de exclusividadecom um cliente nosso no mesmo sector e território. Verificamos sempre antes de propor.
E uma regra que não quebramos: não prometemos retorno sem um caso que o sustente. Falamos de processo e dos números que controlamos.
Marcar diagnóstico
Trinta minutos. Não é uma apresentação de serviços.
- Olhamos para as contas de anúncios e para onde os contactos aterram hoje.
- Dizemos o que está a custar dinheiro, com números, e o que se resolve primeiro.
- Fica com esse mapa, trabalhe connosco ou não.